Entendendo a Visão Psicossomática:
A DOENÇA É UM CAMINHO PARA A PERFEIÇÃO
1. A consciência humana é polarizada. Isso possibilita, por um lado, a capacidade da autopercepção; por outro, nos torna imperfeitos e incompletos.
2. O ser humano está doente. A doença é uma expressão da sua imperfeição e, dentro da polaridade, é um acontecimento inevitável.
3. A doença humana manifesta-se através dos sintomas. Sintomas, portanto, são partes da sombra da nossa consciência que se precipitaram em forma física.
4. Como um microcosmo, o homem contém em estado latente, na sua consciência, todos os princípios do macrocosmo. Em virtude da sua capacidade de discriminação, o ser humano sempre se identifica apenas com a metade de todos os princípios; a outra metade é relegada à sombra e, desta forma, foge à consciência.
5. Qualquer princípio não vivido na consciência insiste no seu direito à vida, através dos sintomas físicos. Com nossos sintomas somos constantemente forçados a viver e a concretizar aquelas coisas que não pretendíamos realizar. É assim que os sintomas compensam qualquer unilateralidade.
6. Os sintomas tornam as pessoas honestas.
7. Como sintoma, o ser humano tem aquilo que lhe faz falta na consciência.
8. A cura só é possível na medida em que nos conscientizarmos dos aspectos ocultos de nós mesmos, que formam a nossa sombra, e na medida em que os integramos. Assim que descobrimos o que nos faz falta, o sintoma torna-se supérfluo.
9. O objetivo da cura é a unidade e a totalidade. O ser humano é perfeito quando enfim descobre seu verdadeiro self e se torna uno com tudo que existe.
10. A doença obriga o ser humano a permanecer na trilha rumo a unidade, e por isso:
A DOENÇA É UM CAMINHO PARA A PERFEIÇÃO.
FONTE: Livro: A Doença como Caminho - Autores: Thorwald Dethlefsen; Rudiger Dalke
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